como num encanto de uma nuvem doce , uma criança ingênua degustou
que me fez feliz, que me fez sorrir, me fez cantar , me fez chorar por fim.
de olhos fechados ela caminhou crescendo , ainda vivendo o encanto
obstáculos eram tão planos e tudo era tão maravilhoso, de uma espécie mágica
tampouco malandragem , que acabara esquecendo que florescia um sentimento
num coração que tão jovem, se tornara tão grande ,
o vento fazia o tempo correr, levando a frente a realidade
a vontade de mergulhar nos cartões postais e lavar a mágoa com orações, eram puras
todo verbo se tornara ilusão, e os olhos brilharam com a verdade que mas ardia
e a ousadia de continuar , porque falara de uma esperança sem fim,
assim conhecia o medo , chamavam de "amor" , e diziam que era lindo
ela achava feio , e doloroso, ela definia como momento que mas uma ventania arrastasse
olhando para a lua e suas estações , e o céu que jogava água ,
até entender que o pra sempre, existia incondicionalmente imperfeito ,
como um bolero no inferno que o deixara maluca noite e dia
se reconheceu o paraíso , e o vento levou , eu espro que ela conheça o caminho da felicida
e desfrute do bem, e seduza o bom , os ares e lugares. Que a ventania traga de volta ao menos que seja uma recordação ...